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terça-feira, 10 de março de 2015

Orquestra Popular Marafreboi abre o Estação Metrô Cultura

Apresentação inaugural ocorreu na Estação Central, com grande adesão do público

Foto: Paulo Barros/Ascom/Metrô-DF

O Metrô-DF e a Secretaria de Cultura do DF estrearam, na última sexta-feira (6), às 17h30, o Projeto Estação Metrô Cultura, que leva arte e cultura às estações do metrô. A primeira apresentação aconteceu na estação Central, com a Orquestra Popular Marafreboi. O local foi escolhido para iniciar o projeto por ser a estação mais movimentada do DF, por onde passam cerca de 20 mil pessoas por dia.

Ritmos como frevo, coco, xote, baião, choro e xaxado deram o tom do happy hour no Metrô-DF. Mal começou a apresentação e uma enorme roda se formou em torno dos músicos. Passageiros que seguiam para o embarque e outros que chegavam à estação aderiram ao espetáculo. Muitos dançaram, numa demonstração de alegria e admiração pela arte popular brasileira.

A Orquestra Popular Marafreboi é formada por 18 músicos com origem em diversos estados, todos residentes em Brasília há mais de 15 anos. Eles fazem pesquisa e resgate da música brasileira, além de trabalho autoral.

A Orquestra Popular Marafreboi vem se destacando por onde passa. Teve destaque em Recife (PE), no bloco Galo da Madrugada; no Rio de Janeiro, no Carnaval das Culturas do Mundo; na Cidade Histórica de Pirenópolis (GO), na Chapada dos Veadeiros (GO) e em outros lugares do país. Em Brasília, dentro do ciclo carnavalesco, a Orquestra contribui com os blocos Suvaco da Asa, Cafuçu do Cerrado e Virgens da Asa Norte.

Estação Cultura

O projeto Estação Cultura começa com duas apresentações no mês de março e duas em abril. Sempre às sextas-feiras, às 17h30, haverá a apresentação de um artista ou banda na Estação Central. Com a realização desse projeto, o Metrô-DF e a Secretaria de Cultura democratizam o acesso à arte e cultura, levando shows musicais ao público. Dessa forma, abrem espaços nas estações para artistas da cidade se apresentarem e proporcionarem aos usuários o acesso gratuito à arte e cultura.

As apresentações programadas para o Estação Cultura são uma contrapartida dos artistas beneficiados com os recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e já contemplados no exercício de 2013/2014. Não há desembolso extra de recursos pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal e nem do Metrô-DF para que os mesmos se apresentem.

Próximas apresentações:
20/3 – Duo Paulo André e Oswaldo Amorim
10/4 – André Togni - baterista
24/4 – Orquestra Marafreboi
Sempre às sextas-feiras, das 17h30 às 18h30
 Fonte: Murilo Caldas/Ascom/Metrô-DF


Treta: chinesa arrasta namorado em estação de metrô por jogo de smartphone

Q
uando achamos que já vimos de tudo, descobrimos que não, não vimos de tudo. E os asiáticos sempre reservam bons episódios para nosso deleite na internet. Dessa vez, um incidente na linha de metrô de Beijing chamou a atenção do mundo. Uma jovem mulher brigou com um rapaz, que aparenta ser o namorado, por causa de um jogo mobile. O resultado? Ela arrastou o pobre coitado pelo local.

A Sina Games reporta que o incidente ocorreu na estação de metrô Qingnianlu. Uma mulher foi vista na plataforma principal brava com um homem jogando um game, na dele, em seu smartphone. Em seguida, o rapaz caiu e, de repente, estava sendo arrastado pela mulher. E tem mais: a descontrolada arrastou o jovem por 10 metros!


Será que combinaram?

Algumas suspeitas foram levantadas. De acordo com testemunhas locais, a cena toda parecia ser ensaiada, e não um incidente do acaso. O site chinês Tencent disse que, pela forma esquisita como tudo ocorreu na linha 10 do metrô (outros veículos afirmaram que a briga rolou na linha 6), o caso é suspeito, até porque a polícia não deu as caras para apaziguar a situação.

A dedicação do rapaz ao não querer largar o game também é questionável. Teria a cena sido ensaiada e combinada previamente para chamar a atenção de forma gratuita? Ou para que outra finalidade? A imprensa local disse que essa é uma possibilidade.


Clique aqui para ser redirecionado ao site da Sina Games. Mas você não vai entender nada do que está escrito ali, assim como eu. Aliás, que mulher forte, hein?

FONTE(S)Sina Games (via Kotaku) e Tecmundo

Metrô vai licitar espaços publicitários em estações do DF em abril

Desde 2001, empresa deixou de arrecadar R$ 300 milhões com locações.
Direção também quer implantar lanchonete, caixas e loja de conveniência.


Um estudo feito pela direção do Metrô aponta que a autarquia deixou de arrecadar mais de R$ 300 milhões desde 2001 – quando teve início a operação comercial – com a não exploração econômica dos espaços livres das 24 estações do Distrito Federal. A empresa informou que vai licitar as áreas publicitárias em abril.
Por telefone, o presidente Marcelo Dourado disse ao G1 que também estuda abrir editais para instalação de lanchonetes, lojas de conveniência e novos terminais bancários. A ideia surgiu a partir de uma pesquisa que identificava que serviços os usuários gostariam de ter disponíveis enquanto esperavam os trens.

A iniciativa pode ainda ajudar a empresa a reequilibrar as contas. De acordo com o presidente, o gasto com pessoal, custeio e investimento gira em torno de R$ 32 milhões por mês. A arrecadação, no entanto, é de R$ 13 milhões, e se resume basicamente à venda das passagens.

"Estou formando um grande plano de comercialização dos espaços do Metrô", declarou Dourado. "Meu desejo é que a empresa volte a ser superavitária. Em torno de 36% dos custos do Metrô se paga com bilhetagem. O restante, o Metrô precisa de recursos do Tesouro para poder fechar as contas com pessoal, custeio e investimento."

Uma das dificuldades vivenciadas pela empresa tem sido lidar com a operacionalização da atividade: o Metrô tem déficit de funcionários e chegou a solicitar ao Executivo autorização para, mesmo com as limitações da Lei de Responsabilidade Fiscal, contratar 80 pessoas aprovadas em concurso para atuar na bilhetagem. A situação tem levado à liberação de catracas, com prejuízo de R$ 30 mil por mês.

Com isso, outro projeto do presidente do Metrô fica prejudicado. O gestor afirma que estuda ampliar o horário do serviço aos domingos, adotando a mesma escala usada nos outros dias da semana. Os trens passariam a circular por cinco horas e meia a mais.

"Estamos pensando em estender o horário do domingo, como no dos dias normais, em março", declarou. "Uma composição leva 1,4 mil pessoas e em uma velocidade maior que a do ônibus. É benefício para a população."

De acordo com a autarquia, as áreas técnicas estudam como viabilizar a ampliação. O Metrô funciona entre 6h e 23h30 de segunda a sábado e 7h e 19h aos domingos e feriados. A média é de 140 mil passageiros por dia. O sistema tem 42 quilômetros de extensão e liga Ceilândia e Samambaia ao Plano Piloto.


A estação com maior fluxo é a Central, na rodoviária do Plano Piloto, por onde passam 20 mil pessoas por dia. O preço cobrado pela passagem é de R$ 3 (R$ 2 aos finais de semana e feriados).

Mais servidores

A direção do Metrô solicitou ao GDF autorização para convocar 80 operadores aprovados no último concurso da empresa sob o argumento de que a autarquia vive uma excepcionalidade já que, por falta de servidores, precisa frequentemente liberar o acesso gratuito de passageiros. O prejuízo estimado com as "catracas livres" é de até R$ 30 mil por mês.

O Comitê de Governança do DF – que reúne as secretarias de Planejamento, Fazenda e Gestão Administrativa, além da Casa Civil e da Procuradoria do DF e monitora gastos da administração – disse entender o problema do Metrô e afirmou estar avaliando soluções. A organização declarou ainda que o Executivo está impedido de fazer novas contratações até o final de maio, por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Os operadores metroviários são responsáveis por todos os serviços dentro da estação, incluindo a venda das passagens, o auxílio a pessoas com deficiência, o monitoramento de câmeras e a prestação de informações. Por causa do baixo número de servidores, eles geralmente trabalham em dupla. A última seleção para o cargo ocorreu em 2013, e 420 pessoas aprovadas esperam desde então serem chamados pelo Metrô.
Fonte: Do G1 DF (Raquel Morais)